Um diálogo entre Hilda Hilst e Raduan Nassar

Um diálogo entre Hilda Hilst e Raduan Nassar

com Renato Tardivo e Juliana Caldas
> Diálogo entre Hilda Hilst e Raduan Nassar a partir de três eixos: corporeidade e desejo, a morte e o diálogo com outras artes.


Data

  • Dia 10 de novembro de 2018
    Sábado, das 10h às 17h

Valor

Detalhes Preço Qtd
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Apresentação

O diálogo permanente com a morte – consciência propulsora do ato de escrever e narrar – destaca-se como parte do ato criativo em Hilda Hilst. Saber-se morrendo inscreve uma narrativa que se constrói como contínuo fracasso e dissolução. A obra de Raduan Nassar, por sua vez, fala eminentemente dos contrastes, das diferenças. À força poética de sua prosa alia-se uma potência política. Há, na obra dos dois autores, a possibilidade de se pensar o “narrar” como resistência diante do imponderável da existência. Nesse sentido, propomos um curso-diálogo entre Hilda Hilst e Raduan Nassar a partir de três eixos: corporeidade e desejo, a morte e o diálogo com outras artes.

 

Cronograma

1 – Corporeidade e desejo (2h)

  • Serão abordados os seguintes temas: impulso e censura, investimento e recusa, erotismo e perversão, encontrados em Estar sendo, ter sido, última obra de Hilda Hilst, que condensa muitos de seus grandes temas, e nos principais textos de Raduan Nassar – Menina a caminho, Um copo de cólera e Lavoura arcaica. Esta primeira aula-diálogo irá privilegiar a relação corpo-linguagem que atravessa a produção de ambos os autores.

2 – A morte (2h)

  • Calcada numa potência disruptiva que emerge da consciência dos escritores de “saber-se morrendo constantemente”, esta segunda aula-diálogo irá privilegiar a narratividade como recurso simbólico que visa “trapacear” a morte, em Hilda Hilst, ou se aver com sua força destrutiva e trágica, em Raduan Nassar.

3 – Diálogo com outras artes (2h)

  • O caráter visual, imagético e sensível da literatura de Hilda Hilst e Raduan Nassar despertam um deslizamento poético que permite a transcriação de suas obras em outras linguagens. Esta terceira aula-diálogo se valerá de metáforas sensíveis, presentes na literatura de Hilda e Raduan, que despertaram obras no cinema, no teatro e na dança, como o filme Lavoura arcaica, dirigido por Luiz Fernando Carvalho, e a coreografia Osmo, dirigida por Donizeti Mazonas.

 

Aluno

Carga horária – 6h

Interessados em literatura e na obra dos autores. Não há necessidade de formação específica na área.

 

Sobre os professores

 

Juliana Caldas é graduada em Letras e Mestra em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo, com a dissertação: “Borda, baba e buraco: Hilda Hilst e Lygia Clark”. Especialista em roteiro audiovisual e em direção teatral, atua como professora e pesquisadora na área de artes e literatura, e integra o Coletivo Marginalias.

 

 

 

Renato Tardivo é escritor e psicanalista. Mestre e doutor em Psicologia Social da Arte pela USP, professor e supervisor da Universidade São Judas Tadeu e membro do Psia – Laboratório de pesquisas e intervenções em psicanálise (IPUSP). Autor, entre outros, de Porvir que vem antes de tudo – literatura e cinema em ‘Lavoura arcaica (Ateliê/Fapesp) e Silente (7Letras).

 

 


 

 


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