O Ofício da Expressão Vocal

O Ofício da Expressão Vocal

com Cida Moreira
> A instrumentalização da voz


Data

  • 24 de junho a 22 de julho de 2019
    Segundas, das 19h30 às 22h30

Valor

Detalhes Preço Qtd
À vistaMais Detalhes  R$600,00 (BRL)  
Parcelado - 3xMais Detalhes  R$220,00 (BRL)  

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Apresentação

A oficina se refere a uma imersão individual e coletiva na expressão vocal em todas as suas manifestações; atuar, cantar, relatar um acontecimento, dar uma aula, uma palestra… toda forma de necessidade de ser claro, conciso, consciente, no domínio de sua voz.

No caso da música estes atributos precisam de um treino muito direcionado, para que o cantor ou o ator dominem perfeitamente seu desempenho.

Acrescente-se a isso um aparato psicológico que visa o treino da emissão, a começar da respiração, passando por várias etapas de exercício direcionado ao conhecimento de seu aparelho fonador e à plena consciência de seu desempenho vocal.

Esta oficina destina-se a quem consegue considerar que a voz humana é um instrumento que necessita de conhecimento, treino e performance.

 

Cronograma

Aula 01 

Apresentações individuais e conversa sobre a experiência e o objetivo de cada um. Após a apresentação, haverá uma aula de respiração, que se chama esquentamento, que significa atingir uma prontidão para o começo dos exercícios vocais, todos focados, para que se trabalhe a sustentação e articulação, e por fim a afinação.

São exercícios ligados à fonoaudiologia, com o acréscimo necessário de percepção e noção do tempo musical, ao qual nossa voz deve servir, como um instrumento.

 

Aula 02

A ministrante irá vocalizar exercícios melódicos mais complexos, já encaminhando os mesmos para um desempenho individualizado.

Para isso, os alunos já terão feito um levantamento das partituras a serem cantadas que deverão ser previstas ainda na primeira aula.

 

 Aula 03 

Será de vocalizações individuais dos exercícios e uma primeira passagem das canções escolhidas. Será trabalhada a percepção necessária do que significa ter estilo, personalidade e identidade musical.

 

Aula 04 

Performance. Cada um terá preparado seu número, com a plena noção e domínio sobre o que for interpretar. Desempenho será o objetivo final, com as considerações críticas necessárias e um olhar franco sobre as qualidades de cada um.

Quem somos quando estamos num palco?
Tenho noção do que devo apresentar para ser chamado de profissional?
Qual o meu estilo?
Imito alguém? Porque e como fazer para corrigir isso.
A voz é um instrumento deste ofício, que é um trabalho que não acaba, pois as mudanças em nós são constantes, e é isso que leva ao aperfeiçoamento das qualidades primeiras.

 

Alunos

Carga horária total – 04 encontros – 12 horas

Para: Esta oficina destina-se a quem consegue considerar que a voz humana é um instrumento que necessita de conhecimento, treino e performance.

 

 

 

Sobre a professora

Começou sua carreira profissional em 1977, como atriz de teatro, na peça “A Farsa da Noiva Bombardeada”, de Alcides Nogueira, com direção de Marcio Aurélio. Em 1978 foi convidada por Luiz Roberto Galízia a participar do Teatro Ornitorrinco, que estava sendo fundado naquele ano. Realizou vários trabalhos com o grupo entre 1978 e 1982; principalmente o “Teatro do Ornitorrinco Canta Brecht e Weill”, com o qual percorreu o país por dois anos de muito sucesso. Ao mesmo tempo, participou como atriz da montagem original da Ópera do Malandro, de Chico Buarque, no Rio de Janeiro, com direção de Luiz Antônio Martinez Corrêa, e da remontagem de “Os Saltimbancos”, com direção de Antonio Pedro. Nesta fase da carreira tornou-se uma especialista nas canções teatrais, característica que moldou definitivamente sua personalidade como cantora.

Em 1980 começou uma carreira como cantora com o show  “Summertime”,  com direção de José Possi Neto; de imenso sucesso, espetáculo que percorreu todo o país, teve as melhores críticas; e que resultou no convite para a gravação de seu primeiro disco,  “Summertime”,  uma gravação ao vivo do show, realizada no Teatro Lira Paulistana, em 1981. Ainda nesse ano participou de  “Às Margens Plácidas”,  com o grupo Pod Minoga, como convidada, e em 1982 participou com o Ornitorrinco da montagem de  “Mahagony Songspiel”,  de Bertold Brecht e Kurt Weill, onde realizou também a direção musical. A partir desse ano, dividiu-se entre o teatro, a música e o cinema.

Gravou seis discos; fez nove filmes, e realizou inúmeros espetáculos musicais, numa trajetória original, onde firmou-se como identidade artística muito forte e determinante.

Entre seus trabalhos estão: o filme “O olho Mágico do Amor” e  “Estrela Nua”, de José Antonio Garcia, e em 1998  “O Tronco” de João Batista de Andrade.

Fez espetáculos musicais como  “Porter à Porter”,  em 1990, com direção de Sergio Mamberti, com canções de Cole Porter num roteiro de Miguel Paiva e Zé Rodrix.

Também  “Bilbao Cabaret”,  em 1989, com direção de José Possi Neto; e  “Porgy and Bess, de George Gershwin, com Cláudio Botelho em 1994/95.

Em 1995 fez com Denise Stoklos o espetáculo “Elogio”,  baseado no livro “O Elogio da Sombra”, de Jorge Luis Borges; enquanto seguia sua carreira de cantora, com o lançamento de seus discos  “Cida Canta Chico”,  e  Na trilha do Cinema”,  em 1998.

Fez várias turnês pela Europa; em 1985, com Arrigo Barnabé;  em 1997,  com Chico Buarque e em 2000 uma turnê italiana com Milva e Ute Lemper.

Em 2000 participou  da  Ópera do Fim do Mundo”,  de Gyorgi Ligetti, com direção cênica de Solange Farkas, e música adaptada pelo Grupo Uakti, no SESC. 

Em 2000 ainda dirigiu seu primeiro espetáculo para teatro: “Trem das Onze”, texto de Clóvis Torres, sobre a obra do compositor paulista Adoniram Barbosa, com o Grupo Teatral Unicamp, espetáculo que estreou em São Paulo em 2002.

Gravou a novela “Estrela Guia”,  em 2001, na TV Globo, com direção de Denise Sarraceni.

No início de 2002 filmou,  no Amazonas, “Eclipse Solar”, de Herbert Brodl, que participou da Mostra de Cinema de São Paulo e do Rio e, estreou comercialmente na Alemanha e Europa.

Realizou apresentações, em shows, trabalhando  “A canção Brasileira”, que daria origem ao CD “Uma Canção pelo Ar”, paralelamente à gravação,  apresentou-se em vários shows com “As Canções Brasileiras”  e fez uma turnê, por várias cidades brasileiras, dividindo o palco com Ângela Ro Ro.

Em março de 2003 fez o filme “Vila Belmiro”, de Gilson Santos, sobre episódio político ligado ã ditadura militar em Santos, com Bete Mendes , entre outros.

Em setembro além de participar do Festival Internacional de Teatro de Buenos Aires, com dois espetáculos, na “Ópera O Homem dos Crocodilos”, de Arrigo Barnabé e Alberto Munhoz; estréia, com muito sucesso o show  “Canções de Cortar os Pulsos  e  “Canções de Tom Waits”, dirigido por Luciano Alabarse

Em dezembro, abre o Festival da Cena Lusofona, em Coimbra.

Já saiu em turnê para diversos shows em diferentes estados, como o “Canções para Cortar os Pulsos”, “Uma Canção pelo Ar” e “Projeto Pixinguinha”.

Foi convidada pelo SESC Pinheiros a elaborar o show de abertura da exposição dos 60 anos de Chico Buarque, em janeiro, onde retoma seu repertório do CD anterior e outras obras do mesmo compositor, num novo espetáculo com o qual viajou pelo Brasil, juntamente com o repertório de Mário de Andrade.

Em 2006 apresenta-se no Rio de Janeiro com o pianista americano Cliff Kormann no lançamento de seu CD, no qual gravou uma faixa, e viaja com o show de Chico Buarque.

 

Professor


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