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Ciclo de Pensamento Contemporâneo

  • 14 de março de 2014

O b_arco lança neste ano o Ciclo de Pensamento Contemporâneo, um programa de aulas e palestra sob a curadoria do filósofo, Peter Pal Pelbart.

Sem pretensão de exaustividade, livre das amarras da academia, ao sabor das iniciativas que pipocam, das turbulências atuais, das mutações da sensibilidade, o ciclo se estenderá por um semestre em aulas abertas e gratuitas, lançando publicações que fazem diferença e colocando para circular o pensamento vivo, em vias de fazer-se.

Trata-se assim de renovar os problemas, multiplicar as perspectivas, diagnosticar os impasses atuais e forjar ferramentas conceituais que estejam à altura de nosso presente.

Confira a programação!

março

Dia 17 – Segunda-feira, 19h

Pierry Lévy – O próximo passo: a inteligência coletiva reflexiva

Debatedor: Massimo di Felice (ECA-USP)

Lançamento do livro A esfera semântica  (Annablume)

Dia 29 – Sábado, das 15h às 17h30

Salma Tannus Muchail – O corpo utópico, As heterotopias

Lançamento do livro de Foucault, O corpo utópico, As heterotopias (n-1edições)

“Tratado do Ter a ver”– 18h – Exibição do filme de Evelyn Schuler & Alfredo Zea, 18 min.

Abril

Dia 26 – sábado, das 11h às 14h

Denise Sant´Anna- A condição corporal

Junho

Dia 2 – segunda-feira, 19h

Maurizio Lazzarato –  O Governo do Homem Endividado

Lançamento do livro Signos, Máquinas e Subjetividades (n-1 edições)

Dia 6– sexta-feira,19h

Barbara Szaniecki – Outros Monstros Possíveis

Lançamento do livro Outros Monstros Possíveis ( Editora AnnaBlume)

Julho

Dia 24 – quinta, das 19h30 às 22h

Kuniichi Uno – A gênese de um corpo desconhecido

Lançamento da 2ª edição do livro A gênese de um corpo desconhecido (n-1edições)

Novembro

Dia 10 – segunda-feira, das 19h30 às 22h

Jeanne Marie Gagnebin – Limiar, aura e rememoração

Lançamento do livro Limiar, aura e rememoração: uma conversa em torno de Walter Benjamin (editora 34)

Palestrantes convidados

Pierre Lévy,

Filósofo e sociólogo, dedicou sua vida acadêmica para compreender as implicações cognitivas e culturais das tecnologias digitais, promover seus usos sociais e  estudar o fenômeno de inteligência coletiva humana. Atualmente, atua        como     professor e pesquisador no Departamento de Comunicação da Universidade de Ottawa, no Canadá, na Cátedra de              Investigação em Inteligência Coletiva. Ele é autor  de vários livros: As Tecnologias da Inteligência (1990), Inteligência Coletiva (1994), O que é o  Virtual? (1995), Cibercultura (1997), Cyberdemocracia (2002) e Esfera Semântica 1  (2011).

Salma Tannus Muchail

Mestre e doutora em filosofia, professora emérita da PUC-SP e professora titular do Departamento de Filosofia da PUC-SP. Tradutora dos livros de Foucault As palavras e as coisas (Martins Fontes, 1981); A hermenêutica do sujeito  (Martins Fontes, 2004); Gênese e estrutura da Antropologia de Kant (Loyola, 2011), os dois últimos em colaboração com Márcio Alves da Fonseca. Autora, entre outros, de Foucault, simplesmente (Loyola, 2004) e Foucault, mestre do cuidado (Loyola, 2011)

Denise Sant´Anna

Denise Bernuzzi de Sant’Anna é professora livre docente dos Programas de História e de Psicologia Clínica da PUC-SP. Doutourou-se em Paris com uma tese sobre a história dos cuidados com o corpo. É pesquisadora 1 do CNPq e lidera o grupo de pesquisa A condição corporal. Entre suas publicações destacam-se: Cidade das águas (Senac, 2007), Corpos de Passagem (Estaçao Liberdade  2001) e Políticas do Corpo (est. Liberdade 1995). Prepara a publicação dos livros: História do embelezamento no Brasil (ed. Contexto) Uma história de peso, gordos e magros ao longo de um século (Estaçao Liberdade) e Umbigo Lateral (n-1edições)

Maurizio Lazzaroto

Maurizio Lazzarato é um dos mais instigantes analistas das novas dinâmicas do capitalismo atual. Proveniente da autonomia italiana, exilado e radicado em Paris, é pesquisador independente e autor, entre outros, de Trabalho imaterial: formas de vida e produção de subjetividade (com Antonio Negri); As revoluções do capitalismo; O governo das desigualdades: Crítica da insegurança neoliberal; Experimentations politiques, além do estudo seminal sobre Gabriel Tarde, Puissances de l´invention: La psychologie économique de Gabriel Tarde contre l´Économie Politique. Sua trajetória soberana, inspirada no legado de Deleuze, Guattari, Foucault, Nietzsche, Marx e Tarde, entre outros, assim como na experiência viva da militância contemporânea. Entre outros livros que escreveu estar o La fabrique de l´homme endetté, recentemente traduzido em mais de dez países, do qual o presente livro O governo do homem endividado constitui um notável prolongamento.

Barbara Szaniecki

É formada em Comunicação Visual pela École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs (1994), realizou Mestrado (2005) e Doutorado (2010) em Design pela Pontificia Universidade Catolica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Sua pesquisa tem ênfase nas relações entre arte, design e política. No momento, desenvolve uma  pesquisa de pós-doutorado (PNPD-Capes) intitulada Tecnologias digitais e autenticidade: o estatuto da imagem fotográfica na linguagem visual contemporânea na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi/UERJ). É membro da Rede Universidade Nômade, co-editora das revistas Lugar Comum (estudos de mídia, comunicação e cultura), Global/Brasil e Multitudes e autora do livro Estética da Multidão.

Kuniichi Uno

Um dos pensadores mais sutis e agudos no Japão contemporâneo. Viveu vários anos na França, onde foi aluno de Deleuze e com quem fez uma tese sobre Antonin Artaud. Amigo de toda uma geração de dançarinos do butô, como Hijikata Tatsumi e Tanaka Min, Uno relacionou a pesquisa artística desses autores com a produção literária francesa de Artaud e Jean Genet, bem como com a filosofia de Deleuze. Sua obra é uma meditação que repensa o contemporâneo na interface entre o Oriente e o Ocidente naquilo que ambos têm de mais ousado. É autor de A gênese de um corpo desconhecido, publicado pela n-1Edições. Traduziu para o japonês obras fundamentais de Deleuze, Artaud e Beckett.

Evelyn Schuler é antropóloga, tradutora e professora na UFSC.

Alfredo Zea é editor e tradutor.

Jeanne Marie Gagnebin nasceu em Lausanne, na Suíça, em 1949. Após estudar filosofia, literatura alemã e grego antigo na Universidade de Genebra, concluiu o doutorado em filosofia na Universidade de Heidelberg, na Alemanha, em 1977. Vive e leciona no Brasil desde 1978, sendo professora titular de filosofia na PUC-SP e livre-docente em teoria literária na Unicamp. É autora de Zur Geschichtsphilosophie Walter Benjamins (1978), Walter Benjamin: os cacos da história (1982), Histoire et narration chez Walter Benjamin (1994), Sete aulas sobre linguagem, memória e história (1997) e Lembrar escrever esquecer (2006), e organizadora de Escritos sobre mito e linguagem (1915-1921), de Walter Benjamin (2011).

Curadoria – Peter Pal Pelbart

Peter Pál Pelbart é estudioso da obra de Gilles Deleuze, de quem traduziu para o português Conversações, Crítica e Clínica e parte de Mil Platôs. Escreveu O tempo não-reconciliado (Perspectiva, 1998), Vida Capital, (Iluminuras, 2003) e, mais recentemente, O avesso do niilismo: Cartografias do esgotamento (2013, n-1edições). É professor no Departamento de Filosofia e no Núcleo de Estudos da Subjetividade do Pós-Graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP, membro da Cia Teatral Ueinzz e coeditor da n-1edições.

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