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Primeira Série de TV vencedora, de Bruno Souto e Patricia Leme

  • 6 de novembro de 2013

Em entrevista ao b_arco, os vencedores do NetLabTV na categoria de Não-Ficção, Bruno Souto e Patrícia Leme falam sobre as suas experiências para ingressar na área de roteiro para TV e sobre a série que criaram para o concurso da Net.

A série criada para esse concurso 1º Dia revela como é o primeiro dia de uma pessoa, que pode vir a ser o 1º Dia de Liberdade de um preso, o 1º Dia de um soldado do BOPE, ou então, o 1º Dia de uma mulher que foi mãe depois dos 50 anos. Segundos os autores premiados, 1º Dia que é sempre um dia delicado, difícil, único, especial, tenso, assustador e memorável.
Para Patricia, no Brasil, muitos roteiristas não são considerados como autores e espera que isso mude. Já Souto, espera que o mercado cresça, amadureça e se torne mais profissional e invista em novos talentos.
Patricia e Bruno foram alunos de cursos de roteiros de audiovisual realizados pelo b_arco.
 
Leia abaixo as entrevistas de Bruno Souto e Patricia Leme:
Bruno e Patricia 3
 
 
1-b_arco: Quando vocês começaram a escrever roteiro?
Patricia Leme: Eu participei do Seminário “Story” do Robert MacKee em 2010. Adorei mas escrever roteiros para bem mais dos 30 segundos (eu e o Bruno somos redatores publicitários) ainda era algo distante. Um tempo depois, fiz o curso “A voz da Personagem” com a Adriana Falcão. Adorei e pensei: “isso realmente é muito legal, vou meter a cara”. Além dos cursos, a internet é também uma boa aliada. Tem um site chamado dicasderoteiro.com. A Valéria, administradora do blog, reúne e traduz diversas matérias, artigos, dicas sobre roteiros e é uma grande fonte de pesquisa e aprendizado.
Bruno Souto: Há um ano.
2- b_arco: É a primeira vez que participam de um concurso nacional de roteiro, como o NetLab?
Patricia Leme: Em 2011 eu participei de um Edital do Ministério da Cultura para roteiristas estreantes com o longa-metragem “As crianças estão de volta”. Ficou entre os 20 finalistas mas caiu na seleção final. Ainda em 2011 também participei do Concurso “Crie-Curta” promovido pela Brasileira Filmes. Meu roteiro “1988-2011” foi um dos vencedores e a Bia Flecha foi quem dirigiu. Foi exibido no Festival de Curta Metragem de SP deste ano. Agora, eu e o Bruno, juntos foi a primeira vez. Participamos do NetLab e ficamos entre os 4 vencedores na categoria Não-Ficção.
Bruno Souto: Sim. É a primeira vez que participamos de um concurso com essa dimensão.
3-b_arco: Os cursos de roteiro que vocês fizeram  no b_arco, contribuiram para a  que série de vocês fosse uma dos vencedoras?
Os 3 cursos foram complementares para mim. O da Adriana trouxe uma atenção aos diálogos, onde pessoalmente acho que nós brasileiros mais enfrentamos problemas. E também ela trouxe a importância da ideia. Todo roteiro tem que ter boas ideias. Eu acho o 1º DIA antes de mais nada é uma boa ideia.
O e a Maste Classe do Alan Kingsberg trouxe um método interessante de fazer um OutLine do roteiro. Ele trouxe para aula outlines do MadMen e de 30 Rock. Muito interessante e eu comecei a fazer OutLine daquele jeito e sinto que me ajuda bastante.
O Lab de Roteiro  do Miguel Machalski foi sensacional porque foi uma semana de convívio intenso com outros roteiristas expondo seu trabalho, tendo que abrir a guarda para críticas e também tendo que criticar o trabalho do outro para torná-lo melhor.  Miguel nos ensinou a prestar atenção ao que é realmente importante na história e deixar de lado o que não importa. Parece fácil só que não.
Bruno Souto: Eu fiz só o curso da Adriana Falcão. Era um curso sobre diálogos. Gostei bastante. Tem me ajudado a construir melhores os diálogos dos roteiros que escrevo. Espero poder fazer mais cursos para me aprimorar cada vez mais. É sempre bom poder ter contato com profissionais consagrados.
4-b_arco: Quais eram as suas expectativas neste concurso, considerando que foram 1.800 inscritos?
Patricia Leme: Olha, eu e o Bruno desde 2012 estamos nos dedicando a criar e desenvolver projetos para TV. Temos projetos de Ficção e Não-Ficção de nossa autoria e temos trabalhando e retrabalhando muito neles então seria mentira se eu disser que não tínhamos expectativas. Até porque algumas produtoras já tinham interesse no projeto 1º Dia. Nada certo mas observamos que ele causava interesse.
Bruno Souto: Eu e a Paty inscrevemos 6 projetos. 3 de ficção e 3 de não ficção. O 1º Dia foi um dos vencedores na categoria Não-Ficção. Sabemos que um outro projeto nosso também foi muito bem avaliado, mas não se classificou para a final. Ficamos extremamente felizes. Afinal eram 1800 projetos. Agora queremos e vamos fazer de tudo para por de pé a série 1º Dia. Vencer o concurso foi o primeiro passo. Sabemos que temos que caminhar muito ainda para ver o 1º Dia na TV.
5-b_arco: Como foi a escolha do tema da série? E porque documentário?
Patrícia Leme: Primeiro sempre pensamos em uma ideia que seja original. Uma premissa que em uma linha, vá chamar a atenção. A partir daí começamos a nos aprofundar. Se vemos que a ideia é realmente poderosa, que ela dará um produto artístico que as pessoas vão querer assistir, aí começamos a formatar e desenvolver. Escolhemos o doc. como formato porque queremos manter uma sensibilidade na hora de abordar os temas.
Bruno Souto: Eu e a Paty sentamos pra criar juntos e vamos batendo bola. Seja em um restaurante. Seja por telefone. Daí vão surgindo ideias e vamos selecionando quais delas tem fôlego e quais gostaríamos de assistir como telespectadores. E uma dessas ideias era mostrarmos como seria o 1º Dia de pessoas diferentes. Uma vez escolhido o tema, nos aprofundamos. A ideia de mostrarmos o 1º Dia já nasce como uma estrutura  de documentário. Não sabemos como vai ser esse primeiro dia. É documentando que vamos ver. Sabemos sim que terá emoção, suspense, tensão e muito mais.
6-b_arco: E agora, qual é a expectativa de vocês com em relação ao mercado de TV?
Patrícia Leme: Concursos como o NetLab são muito importantes para pessoas como nós, que criam, escrevem mas que não pertencem a uma produtora. Eu sinto que muitos roteiristas não são considerados como autores e seria bom se isso mudasse. O concurso talvez aproxime o diálogo entre Criadores/autores/roteiristas com os canais pagos. E claro, as produtoras também são nossas grandes parceiras. Quanto mais essa relação estiver funcionando bem, o audiovisual brasileiro só terá a ganhar.
Bruno Souto: Estamos na torcida para que o mercado cresça e amadureça. E principalmente, se torne mais profissional. Investindo em novos talentos. Porque são esses novos talentos que vão construir uma tv cada vez mais original.

Silvia Castelo Branco – Comunicação/b_arco

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