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Vera Hamburger diz que "Filme é que nem filho"

  • 10 de julho de 2013

Vera Hamburger, coordenadora do curso Direção de Arte Cinematográfica do Centro Cultural b_arco, em entrevista concedida à nossa equipe fala da importância da direção de arte para o cinema. Segundo Vera, a direção de arte é uma das áreas fundamentais para a realização de um filme no aspecto visual e espacial, o que inclui a cenografia, os figurinos, a maquiagem e também os efeitos especiais, ou seja, o espaço cênico. Ao falar sobre desafios, Vera comenta que “Filme é que nem filho, todos merecem a mesma atenção e o mesmo esforço de realização. Cada um tem seus desafios próprios: as vezes é a falta de verba, outras é a dificuldade de conviver em equipe, outras vezes é a complexidade da construção, outras dos personagens, outras é o acesso às locações, enfim, cada projeto apresenta desafios próprios.”

Vera Hambuger é arquiteta e urbanista, atuou como diretora de arte e cenógrafa, na realização de peças cinematográficas de longa metragem, ao lado de diretores como Hector Babenco, Walter Lima Jr., Cacá Diegues, Sérgio Rezende, Cao Hamburger, Tata Amaral, Eliane Caffé e Philipe Barcinski.

Leia a entrevista na íntegra
 

 

1- b_arco: Como arquiteta como veio a se interessar por direção de arte cinematográfica?

VH: O curso de arquitetura e urbanismo foi fundamental para a minha atuação profissional. A FAU USP dos anos 80 era muito especial. Era um curso que reconhecia e se baseava na importância da experiência multidisciplinar como geradora de conhecimento. Não sei como está hoje, mas tive professores interessantíssimos como os arquitetos Joaquim Guedes e Paulo Mendes da Rocha (recém chegado do exílio), a artista plástica Renina Katz e a historiadora e crítica de arte Ana Maria Belluzzo.

A convivência com essa geração foi essencial. A FAU me proporcionou a prática diária do pensamento de projeto, a atenção sobre as relações que se podem construir entre a forma e a ação, o exercício contínuo com a linguagem das linhas, volumes, cores, texturas, brilhos. A história começou ali, com um nível de discussão elevado. Esse tipo de experiência você leva para a vida inteira. Na verdade comecei por ação do acaso, levada por amigos em comum, a fazer um cenário para o José Celso Martinez Correa, também recém chegado do exílio. Tratava-se da leitura dramática de Roda Viva e O Homem e o cavalo, de Chico Buarque e Oswald de Andrade (respectivamente). Uma série de leituras dramáticas que o produtor Marcelo França encampou e atores como Paulo César Pereio, Célia Helena, Lélia Abramo e Elke Maravilha participaram.

Depois dessa experiência me apaixonei por essa profissão que já fazia parte de minha vida, através da convivência com meu tio, o arquiteto, cenógrafo e artista plástico Flávio Império. Meu irmão, Cao Hamburger começava a fazer cinema como diretor de curta metragem de animação em massinha (Frankenstein Punk) e efeitista especial. Perguntei a ele se havia algum filme em produção que eu pudesse tentar um estágio de cenografia. E assim fiz meu primeiro filme longa metragem como estagiária e depois assistente do cenógrafo Beto Mainieri, numa produção da resistente Vila Madalena dos anos 1980. O filme chamava-se O beijo 2348/75, dirigido por Walter Luis Rogério. Segui fazendo cinema, ópera, teatro e exposições. Primeiro como assistente de cenografia, depois cenógrafa, depois diretora de arte.

 

2- b_arco: Qual a abrangência de um diretor de arte no processo de criação e produção de um filme?

VH: A direção de arte é uma das áreas fundamentais da realização de um filme, pois que é a responsável, junto com o diretor e o diretor de fotografia, pela construção de um dos aspectos mais importantes de sua concepção, o aspecto visual e espacial. A direção de arte é a responsável pela criação do universo visual e espacial do filme, o que inclui o desenho do espaço cênico, isto é, a cenografia, os figurinos, maquiagem e também os efeitos especiais.

 

3- b_arco: Qual foi o seu maior desafio dentre os filmes que já trabalhou?

VH: Todo trabalho, do mais enxuto/econômico, ao mais sofisticado, tem a mesma complexidade: encontrar sua essencialidade e transforma-la em mote para a criação. Não tenho como eleger o maior desafio. Filme é que nem filho, todos merecem a mesma atenção e o mesmo esforço de realização. Cada um tem seus desafios próprios: as vezes é a falta de verba, outras é a dificuldade de conviver em equipe, outras vezes é a complexidade da construção, outras dos personagens, outras é o acesso às locações, enfim, cada projeto apresenta desafios próprios. Acho que o maior desafio sempre é encontrar o caminho próprio daquele projeto e manter a linha tensionada até o fim.

 

4- b_arco: Qual o público alvo desse curso que vai ministrar no b_arco?

VH: Este curso dirige-se para estudantes interessados especificamente em direção de arte, cenografia, figurino ou cinema e teatro em geral e suas demais áreas. A gente é quem departamentaliza a produção, mas na verdade seria muito bom que todos os profissionais tivessem noções básicas sobre todas as áreas. Esse é, inclusive um dos objetivos principais desse curso, que conta com palestrantes como roteiristas, diretores, fotógrafos, editores/montadores, isto é, minha ideia é que uma introdução à direção de arte deve discutir tanto as questões fundamentais da concepção do universo visual do filme quanto formar um panorama sobre o que é cinema como um todo e como que a direção de arte se relaciona com as outras formas de linguagem e profissionais envolvidos na realização do filme.

Silvia Castelo Branco – Comunicação
 

Saiba mais sobre o curso Direção de Arte Cinematográfica

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