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Ruy Castro fala sobre biografia

  • 11 de março de 2013

“… a cada livro, sempre procurei ouvir mais gente e mais vezes as fontes. Por isso, cada biografia tomou mais tempo que a anterior: dois anos para “O anjo pornográfico”, três para “Estrela solitária”, cinco para “Carmen — Uma biografia”.”

 

Para o jornalista e escritor, Ruy Castro, que vai ministrar o Ciência e Arte da Biografia no Centro Cultural b_arco, com as biografias de personagens do Brasil moderno, as pessoas passaram a gostar e a ler mais. Tornado-se um grande gênero literário e as editoras cotam com elas, hoje.

Veja abaixo a entrevista na íntegra.

 

(foto: Viva)

Entrevista:

1-    b_arco: Para você, em que consiste uma biografia?

RC: Em contar a vida de alguém. Isso inclui a vida profissional e a vida pessoal, claro.

2- b_arco:  Como nasceu o desejo pelo gênero biografia?

RC: Pela curiosidade por pessoas ou instituições, como a Bossa Nova, Nelson Rodrigues, Garrincha, Ipanema, Carmen Miranda.

3-    b_arco:  Nessa tarefa de levantar a vida de uma pessoa, o que é mais desafiador?

RC: O mais difícil é localizar as fontes. Isso feito, acho uma delícia preparar uma pauta bem completa para a entrevista, encontrar a pessoa [sempre alguém que teve o privilégio de conviver com o biografado], passar horas conversando com ela e depois editar o que ela falou, de modo a usar isso quando chegar a hora de efetivamente escrever a biografia.

4– b_arco:  Desses anos de experiência com biografias, qual a que mais lhe encantou?

RC: Todas, claro. Mas, a cada livro, sempre procurei ouvir mais gente e mais vezes as fontes. Por isso, cada biografia tomou mais tempo que a anterior: dois anos para “O anjo pornográfico”, três para “Estrela solitária”, cinco para “Carmen — Uma biografia”. Em cada uma, tive de me mudar para a vida do biografado e passar a viver em função dele. Publicado o livro, o personagem não abandona o biógrafo. Continuo até hoje ligado ao Nelson, ao Garrincha e, apaixonadamente, à Carmen.

5- b_arco:  Em sua opinião, o leitor brasileiro gosta de ler biografia?

RC: Talvez não gostasse no passado, porque os personagens eram os da história do Brasil — do Segundo Reinado, da República Velha, etc. Mas esse panorama mudou, com as biografias de personagens do Brasil moderno, e os leitores passaram a gostar. É só ver a quantidade de biografias no mercado e os números de vendas. Hoje, a biografia é um grande gênero editorial — as editoras contam com ela, e abriu-se um mercado para os biógrafos.

 
Silvia Castelo Branco- Comunicação
 

Sobre Ruy Castro

Jornalista e Escritor – detentor de três prêmios Jabuti– já passou por todos os principais veículos da imprensa brasileira. Entre seus livros de reconstituição histórica ou biográfica, contam-se “Chega de saudade” (1990, sobre a Bossa Nova), “O anjo pornográfico” (1992, sobre Nelson Rodrigues), “Estrela solitária” (1995, sobre Garrincha), “Ela é carioca” (1999, sobre Ipanema), “Carnaval no fogo” (2003, sobre o Rio) e “Carmen – Uma biografia” (2005, sobre Carmen Miranda).

 
Curso Ciência e Arte da Biografia
Dias 9, 10, 16 e 17 de Abril
Inscrições: até 09 de abril

Veja aqui mais informações sobre o curso

 
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Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 | Pinheiros | São Paulo | SP
Estacionamento conveniado em frente ao local
Informações. 11 3081-6986

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