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Neste final de ano, o blog do b_arco pensou em quem deseja espairecer e rir um pouco depois de um ano difícil. Por isso, indicamos 05 comédias nacionais com roteiro e/ou direção de Jorge Furtado como indicações especiais para o período de isolamento social. 

Jorge Furtado, um dos maiores nomes do cinema e televisão brasileiros, é professor do curso “Roteiro: do começo ao fim, passando pelo meio” disponível na plataforma b_arco on! Em 27 aulas com conteúdo exclusivo, apresentado de forma aprofundada e ao mesmo tempo leve e divertida,  Jorge Furtado explora os temas fundamentais na criação de um roteiro audiovisual, como os elementos da linguagem, as etapas de desenvolvimento, os personagens, a trama, as cenas, os diferentes gêneros e formatos. 

Os(as) interessados(as) podem se inscrever no curso e começar agora mesmo esta jornada com o mestre, tendo 1 ano de acesso à plataforma que também contém um forúm de discussão com mais de 2 mil pessoas inscritas. Basta acessar a plataforma b_arco on aqui neste link: https://barco-on.eadbox.com

Na lista abaixo, o b_arco selecionou 05 filmes de comédia da carreira de Jorge Furtado, que ficaram marcados no cinema nacional e podem nos ajudar a reencontrar boas risadas nestas férias, confira:

Caramuru – A invenção do Brasil (2001)

Dirigido por Guel Arraes e com roteiro escrito pelo mesmo em colaboração com Jorge Furtado, o filme tem como ponto central a história de Diogo Álvares, artista português, pintor talentoso, responsável por uma das lendas que povoam a mitologia brasileira — a do Caramuru. Antes, porém, Diogo é responsável por uma confusão envolvendo os mapas que seriam usados nas viagens de Pedro Álvares Cabral.  Após uma viagem com muitas aventuras, Diogo consegue chegar ao Brasil e o infortúnio acaba sendo um auxílio para dar início à história de amor entre ele e Paraguaçu, a índia que conhece ao chegar ao novo mundo. 

 

 

 

 

Lisbela e o Prisioneiro (2003)

Também dirigido por Guel Arraes, o roteiro também é um trabalho de Furtado sob a adaptação da peça homônima de Osman Lins. O filme conta a história da moça Lisbela (Débora Falabella), que está noiva e de casamento marcado, quando Leléu (Selton Mello) chega à cidade. O casal se encanta e passa a viver uma história cheia de personagens tirados do cenário nordestino: Inaura (Virginia Cavendish), uma mulher casada e sedutora, que tenta atrair o herói e trair o marido valentão e “matador” Frederico Evandro (Marco Nanini); um pai severo e chefe de polícia, Tenente Guedes (André Mattos); um pernambucano com sotaque carioca e gírias paulistas, Douglas (Bruno Garcia), visto sob o prisma do humor regional; e um “cabo de destacamento”, Cabo Citonho (Tadeu Mello), que é suficientemente astuto para satisfazer os seus apetites.

 

Meu tio matou um cara (2004)

Mais uma colaboração entre Guel Arraes e Jorge Furtado, no roteiro, com direção de Jorge, o longa recebeu diversas indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil. A comédia conta a história de Éder (Lázaro Ramos), que  é preso ao confessar um assassinato. Duca (Darlan Cunha), seu sobrinho de 15 anos, quer provar a inocência do tio. Ele tem certeza que o tio está assumindo o crime para livrar a namorada, Soraya (Deborah Secco), ex-mulher do morto. Duca também quer conquistar o coração de Isa (Sophia Reis), uma colega de escola que parece estar mais interessada em seu melhor amigo, Kid (Renan Gioelli). Para conseguir provar sua teoria, Duca recebe a ajuda de Isa e Kid nas investigações e contrata um detetive para tirar fotos do apartamento de Soraya.

 

 

O Coronel e o Lobisomem (2005)

Baseado no romance homônimo do escritor brasileiro José Candido de Carvalho, o filme conta com roteiro de Jorge Furtado escrito em colaboração com Guel Arraes e João Falcão, sendo a estreia de Maurício Farias como diretor. Na Comédia, Diogo Villela interpreta o Coronel Ponciano, um herói nascido e criado na fazenda do Sobradinho, inábil na gerência de terras, romântico, mas sem muito talento com as mulheres. O enredo gira em torno da disputa no tribunal entre o coronel e seu irmão de criação, Pernambuco Nogueira (Selton Mello), que salvou a fazendo da falência. Invejoso, esquisito e covarde, ele vira o principal suspeito de ser o lobisomem que assombra a região e é expulso de suas terras por Ponciano. Anos mais tarde ele decide voltar para se vingar.

 

 

Saneamento básico, o filme (2007)

A última comédia da lista é uma das mais especiais. Dirigida e escrita por Jorge Furtado, com ótima recepção da crítica, o longa traz a história dos moradores da fictícia Linha Cristal, uma pequena vila de descendentes de colonos italianos localizada na Serra Gaúcha, que reúnem-se para tomar providências a respeito da construção de uma fossa para o tratamento do esgoto. Eles elegem uma comissão, que é responsável em fazer o pedido junto à subprefeitura. A secretária do prefeito reconhece a necessidade da obra, mas informa que não há verba para realizá-la. Entretanto, a prefeitura dispõe de quase R$ 10.000 para a produção de um filme. Este dinheiro foi dado pelo governo federal e, se não for usado, será devolvido em breve. Surge então a ideia de usar a quantia para realizar a obra e rodar um filme sobre a própria obra. Porém, a retirada da quantia depende da apresentação de um roteiro e de um projeto do filme, além de haver a exigência que ele seja de ficção. Desta forma os moradores se reúnem para elaborar um filme barato, que conta a história de um monstro que vive nas obras de construção de uma fossa.

 

 

Fonte das sinopses: Wikipédia e Guia da Semana