Documentário para Cinema e TV

com
Deborah Osborn e Flavia Guerra
> O Cinema do Real - História, linguagens, narrativas e formatação de projetos de documentários.

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30 de março a 15 de junho de 2022

quartas, das 19h às 21h30

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curso online - audiovisual

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Sentimos muito, mas todos os bilhetes tiveram suas vendas finalizadas porque o evento já ocorreu.

As inscrições estão encerradas.

Deixe seu contato e avisaremos quando houver uma nova edição deste curso.

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Apresentação

A produção brasileira de documentários nunca foi tão rica, com cineastas filmando desde docs intimistas até filmes políticos. Neste cenário, ter repertório, conhecer a história e dominar as técnicas do formato para aliar teoria e prática é essencial.

 

Conteúdo

Unindo teoria e prática, mantendo o foco nas novas tendências do documentário para cinema, TV e Web, o curso oferece um panorama abrangente dos diferentes gêneros e estilos documentais por meio da exibição de marcos da história do documentário. Além disso, Documentário para Cinema e TV também promove tanto a discussão quanto a reflexão sobre as diversas vertentes e possibilidade de linguagens do cinema documental.

Na etapa teórica, as aulas abordarão desde as primeiras experiências cinematográficas, que foram justamente capturas do real, como as realizadas pelos irmãos Lumière, passando por importantes realizadores da história do cinema documental como Robert J. Flaherty, John Grierson e Dziga Vertov, até narrativas mais experimentais como Agnés Varda, Wim Wenders e Werner Herzog, além dos mestres do Cinema Direto como Albert e David Maysles, Frederick Wiseman, Robert Drew, e do Cinema Verité, como Jean Rouch e Edgar Morin.

Por meio da abordagem da história geral do gênero documental, da descrição de diversas tendências, escolas, teorias, linguagens e exibição de trechos dos mais importantes e significativos documentários internacionais e nacionais, o curso irá traçar um rico panorama.

Além da história, irá apresentar e discutir as novíssimas vertentes do cinema documental contemporâneo, como o mockumentary, o ‘documentário-diário’ (em primeira pessoa, narrando fato ou situação pessoal), o subjetivo, o de animação, entre outros.

Um dos módulos do curso trará o olhar sobre os expoentes da cinematografia nacional, representada por nomes como Humberto Mauro, Eduardo Coutinho, João Moreira Salles, Carlos Nader, Kiko Goiffman, Helvecio Marins, Pablo Lobato, Gabriel Mascaro, Rodrigo Siqueira e Christiano Burlan.

No módulo prático, os alunos se dividirão em grupos para formatar projetos a partir de ideias sugeridas pelos próprios alunos do grupo, de forma que eles tenham a oportunidade de aprender a transformar ideias em projetos audiovisuais mercadologicamente viáveis, quais as possibilidades de financiamento possíveis e – no futuro – quais seriam as possibilidades de distribuição e lançamento para o filme. Serão discutidas as diferenças e as diversas etapas de produção de um documentário para cinema, televisão e internet. 

 

Vídeo

Com a revolução tecnológica, nunca se filmaram tantos documentários. Mas o gênero tem sua própria história, escolas, pioneiros, estilos e vertentes. O curso ‘Documentário para Cinema e TV’ traz este panorama e alia a teoria à prática, oferecendo também mecanismos para se formatar um projeto documental e exercícios para se colocar sua ideia em prática  nas mais diversas mídias.

Confira mais com as professoras Flavia Guerra e Deborah Osborn: 

 

Cronograma

Aula I – Panorama do Documentário Mundial

Introdução ao Cinema Documental.

O cinema nasceu documentário:os irmãos Lumière e o primeiro filme da história, A Chegada do Trem na Estação, um documentário.

O que é documentário? 

A definição precisa do que é o cinema documental e os diversos debates em torno do termo. 

Nanook, O Esquimó(1922), de Robert Flaherty, considerado de fato o primeiro documentário da história

 

Aula II –  Escolas, vertentes, estilos e formatos de documentário

Expositivo, observacional, interativo ou reflexivo: as variadas formas de se retratar a realidade e, a partir disso, produzir cinema e/ou um produto audiovisual.

Documentário é um gênero audiovisual que tem profunda relação, e muitas vezes compromisso, com a realidade.

Diferenças e semelhanças entre Cinema Direto(americano) X Cinema Verité(Cinema Verdade francês).

Novos e diferentes gêneros contemporâneos: O caso do mockumentary (documentário falso), prova de que nem todo documentário é um retrato do real e muito menos produto jornalístico.

O rigor histórico ou jornalístico e sua importância.

É possível abrir mão do rigor histórico e/ou jornalístico sem, no entanto,  enfraquecer a força de retratar muitas vezes a realidade até mesmo de forma mais eficiente do que reportagens ou artigos históricos?

 

Aula III – Categorias do documentário: Discurso Direto e Discurso Indireto 

Voz e Modos de representação documental: Modos Expositivo, Observativo, Reflexivo, Performático, Poético

Técnicas, estilos e recursos:Uso de metáforas, narração em primeira pessoa, técnicas de animação e elementos de ficção (como no caso do docudrama), para atingir um efeito de retrato de um personagem real, um fato histórico ou até mesmo um fenômeno da natureza.

Estudos de casos:

Exibição e análise de trechos dos mais representativos documentários internacionais, que ilustram os conceitos tratados em aula: a produção da Escola Britânica de Documentários, clássicos do Cinema Direto como PrimáriasSalesmanGimme Shelter e Tititcut Follies; do Cinema Verité francês, como Deuses LoucosCrônica de um Verão, além de expoentes contemporâneos como RyanValsa com BashirTarnationThe Act of Killing Citizenfour e Making a Murderer.

Parte 2 –  Breve Panorama do Documentário Nacional

As imagens de Afonso Segreto;

Panorama do Documentário no Brasil, de Gustavo Soranz Gonçalves;

Documentários antropológicos e etnográficos;

A Comissão Rondon;

Silvino Santos e No Paiz das Amazonas;

O Instituto Nacional Cinema Educativo;

Anos 60: O fenômeno das grandes metrópoles;

Aruanda, de Linduarte Noronha, um divisor de águas no cinema documental brasileiro;

A produção cinematográfica durante os anos de ditadura e a perseguição aos cineastas;

Obras e cineastas a serem destacados em aula: Eduardo Coutinho,  Jorge BodanzkyCarlos Nader, Walter Carvalho, Orlando Senna, Octávio Bezerra, Jorge Furtado, Katia Lund, João Moreira Salles, Walter Salles, Laís Bodanzky, Paulo Caldas e Marcelo Luna, João Jardim, Paulo Sacramento, José Padilha, Felipe Lacerda, Gabriel Mascaro, Cao Guimarães, Sandra Kogutt, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Kiko Goiffman.

 

Aula IV – Introdução ao Roteiro Documental: estudo de conceitos e possibilidades e a Jornada do Herói no Cinema do Real

Além de apresentar os elementos básicos do roteiro ficcional e abordar a forma como estes podem, e devem, ser utilizados para se contar uma história documental, a aula tratará da Jornada do Herói e dos elementos que podem servir de base para a construção da narrativa do documentário.  

 

Aula V – Participação Especial: Rita Piffer

Rita Piffer formou-se em Jornalismo na UFSC e obteve o seu MFA em Cinema na San Francisco State University (EUA), onde também ministrou aulas no curso de cinema. Rita trabalha com desenvolvimento de projetos audiovisuais e roteiro há oito anos. Atualmente desenvolve uma série de sua criação para um canal de streaming. Entre seus últimos trabalhos como roteirista estão o longa de ficção “Cyclone”, a ser filmado em 2022, e a série documental Retratos Urbanos, exibida pelo canal Futura em 2020. Fez parte do núcleo de criação de séries “Refinaria de Histórias” da Revista Piauí, sob a supervisão de Sérgio Machado e João Moreira Salles. Foi curadora do Festival de Cinema Experimental Dobra, do Festival de Roteiros FRAPA, fez parte da Comissão de Seleção do SESC ARGUMENTA 2019 e foi consultora do Laboratório de Não-Ficção do Festival Cabíria 2021. Dirigiu o curta-metragem documental “Hotel Tropical”, em parceria com Sérgio Machado, lançado pela Uol Mov.docs. Os seus documentários experimentais “Ghost Syndrome” e “Ausência de Memória” foram exibidos em  inúmeros festivais de cinema independente e, em 2018,  recebeu o Eileen Maitland Award, no 55th Ann Arbor Film Festival, um prêmio dedicado a filmes que dão voz para as mulheres.  Acaba de ser contemplada, em parceria com a produtora Mera Semelhança,  pelo Edital de Fomento da RioFilme 2021, para dirigir o seu primeiro longa-metragem documental “Paradeiros”, a ser rodado em 2022.

 

Aula VI – A Montagem e como se realiza um Documentário:

O passo a passo para a realização de um documentário:

Da ideia ao projeto;

A pesquisa nos documentários e o desenvolvimento do roteiro;

Direção e as diferentes funções da equipe;

A análise técnica: elementos fundamentais para iniciar um orçamento;

Plano de filmagem;

Os elementos básicos da montagem e finalização de um filme;

Formas de financiamento e as possibilidades de lançamento em circuito comercial.

** Os alunos receberão uma lista com os principais festivais, fundos de financiamento e editais de documentário. 

 

Aula VII – Participação Especial: Jordana Berg

Montadora de cinema, trabalhou com vários diretores, entre eles, Paz Encina, Renato Terra, Ricardo Calil, Stephanie Jhones, Eduardo Escorel, Flavia Castro, José Barahona, José Joffily, Daniela Broitman, Letícia Monte, além de uma longa parceria de 20 anos com o documentarista Eduardo Coutinho, do qual montou 12 filmes. É membro do Rough Cut Service, empresa de consultoria de montagem, e conselheira do Instituto Alana. É também integrante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (The Academy), responsável pelos prêmios Oscar.

 

Aula VIII: Exercício prático 

A partir do brainstorm de ideias propostas pelos alunos durante o curso, a turma se dividirá em grupos para trabalhar na prática no desenvolvimento e formatação de um projeto de sua preferência. As coordenadoras irão auxiliar os grupos a partir desse exercício a desenvolverem seus projetos nos moldes dos editais de documentário e a também pensarem possibilidades de planos de financiamento a partir do perfil de cada projeto. 

 

Aula IX –  Exercício prático e Técnicas de Pitching:

Continuação do exercício prático em grupo. Serão ensinadas Técnicas de Pitching e de como melhor formatar, apresentar e vender o seu projeto para produtores, TVs, distribuidores e outros players do mercado audiovisual. 

 

Aula X– Doctoring dos Projetos: Deborah Osborn e Flavia Guerra

Os projetos serão apresentados, discutidos e analisados em grupo. 

 

Aula XI – Participação especial: Lírio Ferreira

Lírio Ferreira nasceu em Recife em 1965. Apesar de ser graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, começou a se interessar por cinema ainda na faculdade onde, na ocasião exerceu a assistência de direção tanto de Paulo Caldas no filme O BANDIDO DA SÉTIMA LUZ, quanto de Cláudio Assis no filme HENRIQUE. Depois de dirigir um programa semanal chamado NO AR para a TV PERNAMBUCO, lança em 1992 o seu primeiro curta metragem chamado O CRIME DA IMAGEM que acabou ganhando o prêmio TV BANDEIRANTES/BANCO DO BRASIL de melhor curta metragem do ano de 1993. Seguiram –se THAT’S A LERO-LERO que foi vencedor de prêmios nos Festivais de Brasília e Gramado. BAILE PERFUMADO ganhou o Prêmio de melhor filme no Festival de Brasília de 1996. Dirigiu alguns videoclipes musicais para inúmeros artistas nacionais como Otto, Chico Science e Nação Zumbi, Paralamas do Sucesso, Zé Ramalho, Adriana Calcanhoto, Kid Abelha, Daniela Mercury, Alceu Valença, Reginaldo Rossi, Chitãozinho e Xororó, Afroreggae, Mestre Ambrósio, Chico César, entre outros. Veio a seguir, ÁRIDO MOVIE que foi selecionado para o Festival de Veneza, CARTOLA que foi o documentário mais visto no Brasil em 2007 e o HOMEM QUE ENGARRAFAVA NUVENS ganhou alguns prêmios nos festivais de cinema de Los Angeles, Roma, Montevideo, entre outros, além de ter sido selecionado para o IDFA e de ser escolhido o melhor documentário de 2010 pela Academia Brasileira de Cinema. Com o SANGUE AZUL ganhou o Prêmio de Melhor filme no Festival do Rio. (Premiere Brasil) e foi Selecionado para Festival de Berlin tendo tido a honra de abrir a prestigiada Mostra Panorama em 2015. Seu mais recente filme se chama ACQUA MOVIE, selecionado para os Festivais do Rio, Mostra de São Paulo, de Tiradentes e para o LABRIFF em Los Angeles.

 

 

Entrevista para o TelaTela:

“Para Audiovisual amadurecer, informação precisa circular melhor”

http://telatela.cartacapital.com.br/krishna-mahon-para-audiovisual-amadurecer-informacao-precisa-circular-melhor/

Entrevista para o NETLABTV:

“Como vender seu projeto para um canal de TV?”

http://www.netlabtv.com.br/site/krishna-mahon-para-vender-seu-projeto-e-preciso-entende-lo-como-um-negocio/

 

 

 

Aluno

Carga horária total – 11 encontros – 27h30m

Aberto a todos os interessados.

*NÃO TERÁ AULA NO DIA 18 DE MAIO

*Este curso é oferecido na modalidade ONLINE, portanto é necessário ter acesso à internet. As aulas irão acontecer ao vivo no aplicativo ZOOM. Indicamos que o participante tenha um computador ou celular com câmera e microfone.

*Não conseguiu assistir a algum dos encontros ao vivo? Fique tranquilo! As gravações são enviadas em links pessoais e intransferíveis, por e-mail, ficando disponíveis por 7 dias corridos após a realização da aula ao vivo.

 

 

 

 

sobre o professor

Professor

  • Flavia Guerra
    Flavia Guerra é documentarista e jornalista. É editora do TelaTela (@telatelablog ), especializado em cinema e TV, apresenta o podcast “ Plano Geral”, com Thiago Stivaletti; é colunista de cinema da @radiobandnewsfm e, em 2019, cobriu os grandes festivais internacionais de de cinema para o Canal Brasil. Em documentários e cinema, já roteirizou, narrou, produziu, dirigiu e participou de diversos projetos como "Karl Max Way" (premiado no Festival É Tudo Verdade 2010), "Marcha da Vida" (dirigido pela idicada ao Oscar Jessica Sanders, sobre sobreviventes do Holocausto, filmado nos Campos de Concentração da Polônia e em Israel); e roteirizou e narrou a série documental "Brasil Visto do Céu"(ainda inédito no Brasil, coprodução da Gullane Filmes e da francesa Arte). Também foi pesquisadora e desenvolveu o roteiro do longa “Em Busca da Cerveja Perfeita” ( @cervejadoc ), dirigido por Heitor Dhalia.
  • Deborah Osborn
    Deborah Osborn é Mestranda em Cinema pela Goldsmith College – University of London como bolsista Chevening do British Council, Deborah Osborn é sócia-fundadora da produtora sediada em São Paulo, bigBonsai (www.bigbonsai.com.br). Atua como produtora criativa dos projetos de entretenimento da casa, com destaque para o multiplataforma (documentário + webserie) “Dominguinhos”, selecionado para importantes festivais como IDFA, Dok Leipzig, Doc Lisboa, SXSW e Moscow IFF.  Em 2019, lançou o documentário musical “Águas Claras – O Barato de Iacanga”, que estreou nacionalmente no Festival É Tudo Verdade e foi vencedor da edição 2019 do In-Edit Brasil, além de festivais internacionais como Womex, BAFICI, Sound & Vision. Atualmente o filme pode ser visto na Netflix e no Canal Curta! Entre suas produções mais recentes estão as séries documentais “My Life is Circus” (8x60’), para a HBO Latin America, e “Palavras Permanecem” (6x30’), para o canal Curta!. Seu longa de ficção, “O Livro dos Prazeres”, uma coprodução com a Rizoma Films (Argentina), baseado em livro de Clarice Lispector, teve seu lançamento no Brasil em festivais de cinema no segundo semestre de 2020. Consolidou-se como um dos 10 filmes mais vistos e bem votados pelo público da 44ª Mostra Internacional de Cinema de SP e ganhou os prêmios de roteiro, fotografia e interpretação no Festival de Vitória. Hoje a produtora desenvolve uma carteira de projetos sob supervisão criativa do cineasta britânico (e ganhador do Oscar) Kevin Macdonald, além de ser responsável por outros projetos do diretor no Brasil, como Life in a Day 2020, com produção de Ridley Scott. Em 2017 foi a única representante brasileira selecionada para participar do EAVE Producers’ Workshop, um dos principais encontros da rede europeia de empreendedores do audiovisual. Deborah leciona semestralmente o curso “Documentário para Cinema e TV” junto com a jornalista Flavia Guerra no Centro Cultural B_arco.  Atuou também como parecerista do Fundo Setorial do Audiovisual e como júri e/ou palestrante em diversos festivais, como SXSW, Festival de Gramado, Mostra Olhar de Cinema (Curitiba), Inedit, Rio Market (Festival do Rio), Cine PE de Recife e Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Sócia-fundadora da bigBonsai, Deborah é responsável pela Produção Criativa dos projetos de entretenimento da produtora, com destaque para o projeto multiplataforma (documentário + webserie) Dominguinhos, selecionado para importantes festivais como IDFA, Dok Leipzig, Doc Lisboa, SXSW e Moscow IFF. Entre suas produções mais recentes estão as séries documentais My Life is Circus (8x60’), para a HBO Latin America, e Palavras Permanecem (6x30’), para o canal Curta!. Em fase de produção para o mesmo canal, encontra-se o documentário musical Águas Claras – O Barato de Iacanga.  Um dos principais focos de seu trabalho na bigBonsai são as coproduções internacionais. Em breve, rodará o longa de ficção O Livro dos Prazeres, com a Rizoma Films da Argentina. Também desenvolve outros 3 projetos de ficção em coprodução internacional: La Barbarie com a produtora argentina Le Tiro, El Gol Más Triste com a produtora chilena Manufactura de Películas e El outro Logo com a produtora também chilena Treból Films. Atua como júri e/ou palestrante em diversos festivais, como SXSW, Festival de Gramado, Mostra Olhar de Cinema (Curitiba), Rio Market (Festival do Rio), Cine PE de Recife e Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Deborah foi curadora e produtora da mostra de cinema e workshop Kevin Macdonald – Um Olhar Plural, em parceira com o Festival Cultura Inglesa, que aconteceu em junho de 2017 no MIS-SP. No mesmo ano, foi a única representante brasileira selecionada para participar do EAVE Producers’ Workshop, um dos principais encontros da rede europeia de empreendedores do audiovisual. www.bigbonsai.com.br