Gabriel Priolli não é pai de Gabriela Prioli, nem parente, mas gostaria muito, porque a admira. Em comum com ela, além do nome inteiro salvo duas letras, ele tem 45 anos de atividades no campo onde Gabriela se iniciou neste ano: a televisão.

Desde 1975, Priolli foi repórter, editor, apresentador, produtor, diretor e criador de programas, diretor de programação, de jornalismo e de rede, consultor e etc, nas tevês Cultura, Globo, Bandeirantes, Record, Gazeta, Canal 21 e TV Escola. Por 25 anos, cobriu televisão como repórter, editor, colunista ou crítico, na Folha de S.Paulo, Veja, O Estado de S.Paulo, Época, Gazeta Mercantil, Carta Capital, Imprensa e outros veículos.

Também por 25 anos, foi professor de telejornalismo na PUC-SP, onde implantou e dirigiu a TV PUC. Fundou e presidiu o CNU-Canal Universitário de São Paulo, a ABTU-Associação Brasileira de Televisão Universitária e a TAL-Televisão América Latina. Foi membro do Conselho de Comunicação Social (Congresso Nacional), do Conselho Superior do Cinema (Ministério da Cultura) e do Conselho Consultivo da TV Digital (Ministério das Comunicações).

Atualmente, faz consultoria e desenvolve projetos em comunicação. É conselheiro do ICAB-Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros, ligado à BRAVI-Brasil Audiovisual Independente. Tem coluna sobre jornalismo na revista Imprensa. Publicou livros, artigos em livros e centenas de textos na imprensa.

 

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