Heloisa Seixas trabalhou como jornalista e tradutora durante muitos anos (incluindo 12 anos no jornal O Globo e sete anos como assessora de imprensa da representação da ONU no Rio), antes de se dedicar à literatura.

Seu primeiro livro, Pente de Vênus (contos), publicado em 1995, foi finalista do Prêmio Jabuti. De lá para cá, escreveu mais de vinte livros, e foi outras três vezes finalista do Jabuti: com os romances A portaPérolas absolutas, O oitavo selo (este último, também finalista do Prêmio São Paulo e semifinalista do Oceanos). Sua produção inclui não só contos e romances, como também crônicas, matérias jornalísticas, literatura juvenil e infantil e, nos últimos anos, peças de teatro. Heloisa, que durante dez anos escreveu a coluna “Contos mínimos” na Folha de S. Paulo e no Jornal do Brasil, é também autora de um livro sobre o mal de Alzheimer, O lugar escuro (Objetiva, 2007). Seus livros mais recentes são O oitavo selo (Cosac Naify, 2014), uma mistura de ficção e realidade, narrando os confrontos de seu marido, Ruy Castro, com a morte; Agora e na hora (Companhia das Letras, 2017), uma narrativa sobre a morte e sobre o ofício de escrever (finalista do prêmio São Paulo de Literatura) e o volume de contos A noite dos olhos (Companhia das Letras, 2019).

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