Cidinha da Silva (MG) é escritora e editora na Kuanza Produções (www.kuanzaproducoes.com.br). Publicou 17 livros distribuídos pelos gêneros crônica, conto, ensaio, dramaturgia e infantil/juvenil. "Um Exu em Nova York", recebeu o Prêmio da Biblioteca Nacional (contos, 2019) e "Explosão Feminista" (ensaio), do qual é co-autora, foi finalista do Jabuti, e recebeu o Prêmio Rio Literatura 4ª edição, ambos em 2019. Tem publicações em alemão, catalão, espanhol, francês, inglês e italiano. É curadora e âncora do programa-web Almanaque Exuzilhar (Youtube) @cidinhadasilvaescritora
/Professor
Cursos nas áreas de artes visuais, audiovisual, dança, design, empreendedorismo, literatura e bem-estar, promovidos por profissionais renomados.
Moacir dos Anjos (Recife, 1963) é pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, onde coordena o projeto de exposições Política da Arte. Foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2001-2006), Recife, e pesquisador visitante no centro de pesquisa Transnational Art, Identity and Nation, University of the Arts London (2008-2009). Foi curador do pavilhão brasileiro (Artur Barrio) na 54ª Bienal de Veneza (2011) e curador da 29ª Bienal de São Paulo (2010). Foi curador das mostras Cães sem Plumas (2014), no MAMAM, A Queda do Céu (2015), no Paço das Artes, São Paulo, Emergência (2017), no Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro, Quem não luta tá morto. Arte democracia utopia (2018), no Museu de Arte do Rio, Raça, classe e distribuição de corpos (2018) e Educação pela pedra (2019), as duas últimas na Fundação Joaquim Nabuco, além de várias outras. É autor dos livros Local/Global. Arte em Trânsito (2005), ArteBra Crítica (2010) e Contraditório. Arte, Globalização e Pertencimento (2017), além de editor de Pertença, Caderno_SESC_Videobrasil 8, São Paulo (2012).
Isabela Venturoza é Antropóloga, doutoranda pelo programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e mestra em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP). É pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu (UNICAMP) e do Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS/USP). É também colaboradora da ONG Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde e atua principalmente com pesquisas, cursos e intervenções que abordam questões de gênero, masculinidades, violências e feminismos.
Letícia Tauffenbach é formada em RTV pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Trabalha como continuísta de longas, séries e novelas há 25 anos. Dentre os seus trabalhos estão “Segunda Chamada”, “Aruanas”, “13 Dias Longe do Sol” da Rede Globo, “Laços – Turma da Mônica” e “Bingo: O Rei das Manhãs” de Daniel Rezende, “O Banquete” de Daniela Thomas, “Como Nossos Pais” e “Chega de Saudade” de Laís Bodanzky, “Real Beleza” de Jorge Furtado, “O Negócio” e “Psi” da HBO, “Xingu” e “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” de Cao Hamburger, entre outros.
Heloisa Seixas trabalhou como jornalista e tradutora durante muitos anos (incluindo 12 anos no jornal O Globo e sete anos como assessora de imprensa da representação da ONU no Rio), antes de se dedicar à literatura.
Seu primeiro livro, Pente de Vênus (contos), publicado em 1995, foi finalista do Prêmio Jabuti. De lá para cá, escreveu mais de vinte livros, e foi outras três vezes finalista do Jabuti: com os romances A porta, Pérolas absolutas, O oitavo selo (este último, também finalista do Prêmio São Paulo e semifinalista do Oceanos). Sua produção inclui não só contos e romances, como também crônicas, matérias jornalísticas, literatura juvenil e infantil e, nos últimos anos, peças de teatro. Heloisa, que durante dez anos escreveu a coluna “Contos mínimos” na Folha de S. Paulo e no Jornal do Brasil, é também autora de um livro sobre o mal de Alzheimer, O lugar escuro (Objetiva, 2007). Seus livros mais recentes são O oitavo selo (Cosac Naify, 2014), uma mistura de ficção e realidade, narrando os confrontos de seu marido, Ruy Castro, com a morte; Agora e na hora (Companhia das Letras, 2017), uma narrativa sobre a morte e sobre o ofício de escrever (finalista do prêmio São Paulo de Literatura) e o volume de contos A noite dos olhos (Companhia das Letras, 2019).
Gabriel Priolli não é pai de Gabriela Prioli, nem parente, mas gostaria muito, porque a admira. Em comum com ela, além do nome inteiro salvo duas letras, ele tem 45 anos de atividades no campo onde Gabriela se iniciou neste ano: a televisão.
Desde 1975, Priolli foi repórter, editor, apresentador, produtor, diretor e criador de programas, diretor de programação, de jornalismo e de rede, consultor e etc, nas tevês Cultura, Globo, Bandeirantes, Record, Gazeta, Canal 21 e TV Escola. Por 25 anos, cobriu televisão como repórter, editor, colunista ou crítico, na Folha de S.Paulo, Veja, O Estado de S.Paulo, Época, Gazeta Mercantil, Carta Capital, Imprensa e outros veículos.
Também por 25 anos, foi professor de telejornalismo na PUC-SP, onde implantou e dirigiu a TV PUC. Fundou e presidiu o CNU-Canal Universitário de São Paulo, a ABTU-Associação Brasileira de Televisão Universitária e a TAL-Televisão América Latina. Foi membro do Conselho de Comunicação Social (Congresso Nacional), do Conselho Superior do Cinema (Ministério da Cultura) e do Conselho Consultivo da TV Digital (Ministério das Comunicações).
Atualmente, faz consultoria e desenvolve projetos em comunicação. É conselheiro do ICAB-Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros, ligado à BRAVI-Brasil Audiovisual Independente. Tem coluna sobre jornalismo na revista Imprensa. Publicou livros, artigos em livros e centenas de textos na imprensa.
Milton Hatoum (Manaus, 1952), arquiteto formado na USP, foi professor de literatua na Universidade do Amazonas e professor visitante na Sorbonne Nouvelle (Paris 3) e na Universidade da California (Berkeley). Estreou na ficção com Relato de um certo Oriente (1989), vencedor do prêmio Jabuti (melhor romance). Dois irmãos (2000), foi adaptado para TV, teatro e quadrinhos. Cinzas do Norte (2005) recebeu os prêmios Jabuti (melhor romance), Portugal Telecom, Livro do Ano, Bravo! e APCA. Em 2006, publicou A cidade ilhada (contos). Órfãos do Eldorado (2008, Prêmio Jabuti, 2º lugar), foi adaptada para o cinema. Em 2013, lançou Um solitário à espreita (crônicas). Em 2017, publicou A noite da espera (Prêmio Juca Pato/Intelectual do Ano- UBE) primeiro volume da trilogia O Lugar Mais Sombrio. Em 2019 publicou o segundo volume: Pontos de fuga. Sua obra de ficção, publicada em 14 países, recebeu em 2018 o prêmio Roger Caillois (Maison de l'Amérique Latine/Pen Club-França).
Bia Lessa é Diretora de teatro/artista multimídia. Dirigiu as operas Suor Angélica de Puccini, Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni, Pagliacci de Ruggero Leoncavallo, Don Giovanni de Mozart e Il Trovatore Giuseppe Verdi, para a reinauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi responsável pelo Pavilhão do Brasil na Expo 2000 na Alemanha, pelo módulo do Barroco nas comemorações de 500 anos do Brasil, e pela realização no Salão nobre da ONU do espetáculo The second Unveiling a partir da obra de Candido Portinari. Realizou varias exposições, entre elas Brasileiro que nem eu, que nem quem, Claro e Explicito no Itaú Cultural e a exposição Grande Sertão Veredas na Inauguração do Museu da Língua Portuguesa. Atualmente dirigiu os espetáculos teatrais a partir de clássicos da literatura brasileira: Macunaíma de Mario de Andrade , Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa, e Pi Panorâmica Insana a partir de autores contemporâneos. Em cinema dirigiu os longa metragens CREDE-MI, e ENTAO MORRI.
Seus espetáculos e filmes foram apresentados em diferentes países, entre eles no Centre Georges Pompidou em Paris, no Festival de Outono de Madri, no Festival Theater der Welt na Alemanha, na Berlinale em Berlin, São Francisco, NY etc.
Nesse momento finaliza o filme TRAVESSIA de Guimarães Rosa com lançamento previsto para esse ano.
Marcelo Gomes é diretor de cinema e roteirista. Seu primeiro longa-metragem, "Cinema, Aspirinas e Urubus", foi premiado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2005, além de ser considerado o melhor filme da 29ª Mostra Internacional de São Paulo e melhor filme de 2005 pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA. O segundo longa, dirigido em parceria com Karim Aïnouz, "Viajo porque preciso e volto porque te amo", estreou no Festival de Cinema de Veneza/2009 e também foi premiado em diversos festivais nacionais e internacionais. Em 2010 filmou "Era uma vez, eu Verônica", lançado no segundo semestre de 2012. Neste mesmo ano, co-dirigiu com Cao Guimarães o longa-metragem "O Homem das Multidões", que estreou no Festival de Berlim em 2014. Seu filme "Joaquim" foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Berlim em 2017. Seu último filme é o documentário "Estou me guardando para quando o carnaval chegar", que estreou em 2019 no Festival de Berlin (Panorama Dokumenta), ganhou o prêmio da crítica no festival É tudo verdade.
Nascida em Juazeiro do Norte, na região do Cariri (CE), em 12 de Fevereiro de 1991, Jarid Arraes é escritora, cordelista, poeta e autora do premiado “Redemoinho em dia quente“, vencedor do APCA de Literatura na Categoria Contos, e dos livros “Um buraco com meu nome“, “As Lendas de Dandara” e “Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis“. Atualmente vive em São Paulo (SP), onde criou o Clube da Escrita Para Mulheres e tem mais de 70 títulos publicados em Literatura de Cordel.
Bruno Ravagnolli (Coroinha) foi apresentado ao primeiro set aos 14 anos por seu pai, o “Padre”, se apaixonou e nunca mais saiu do set. Como assistente de câmera em película, passou pelas fases de evolução a época, videoassist, 2° assistente de câmera, chegando a 1° assistente de câmera/foquista, direção de fotografia e direção de conteúdo. Trabalha na produção de vários filmes publicitários, curtas e longas-metragens, projetos especiais em 3d, documentários, vídeo clipes, storytelling e vários projetos. Foi assistente de grandes nomes da fotografia nacional como Carlos Ebert, Jacques Cheuiche, Afonso Beato, Claudio Leone, Pedro Cardillo e outros. Fotografou seu primeiro curta em 2005 “Nhanderu Onhenu – Dir. Ottmar Paraschin”, foi integrante da equipe do primeiro longa-metragem captado em 3D no Brasil “Brasil Animado – Mariana Caltabiano”.
Em 2006 começa a ministrar cursos na extinta escola Stein-Foco/Br sobre HDTV, novas tecnologias de captação e Direção de Fotografia, para o aprimoramento de profissionais da área em vários Estados brasileiros e hoje faz parte do quadro docente da B_arco Educação.
Em 2016, junto a outros profissionais funda a Cathedral filmes, produtora audiovisual pensada e preparada para as novas demandas do mercado, desenvolvendo e produzindo produtos audiovisuais pensados nas novas demandas do coletivo. Está se preparando para rodar seus dois primeiros longas-metragens documentais, um sobre a vida do apresentador Edson Cury, o “Bolinha” e o outro sobre a vida de seu pai o “Padre” lenda do cinema marginal de São Paulo.
Bruno é formado em fotografia pelo Senac e Comunicação social pela Unip.
