Ana Letícia Fialho é gestora cultural, professora e pesquisadora. É professora visitante do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Fez Pós-Doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (2016), Doutorado em Ciências da Arte e da Linguagem na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais - EHESS/Paris (2006), Mestrado em Gestão Cultural na Universidade de Lyon II (1999) e Bacharelado em Direito na UFRGS (1997). Foi Diretora do Departamento de Estratégia Produtiva da Secretaria da Economia da Cultura do MinC de 2016 a 2018, Gerente Executiva e Consultora do Programa Cinema do Brasil entre 2007 e 2019, Consultora em Inteligência Comercial e Coordenadora de Pesquisa do Programa Latitude/Associação Brasileira de Arte Contemporânea desde 2012 e Curadora Executiva do Fórum Permanente de 2007 a 2013. Participou de diversas publicações, entre elas, Sociologia das artes visuais no Brasil (Ed. SENAC, 2012), O valor da obra de arte (org. GRACA-COUTO, Ronaldo, Metalivros, 2014); Art et société : Recherches récentes et regards croisés, Brésil/France. (org. QUEMIN, Alain: VILLAS BÕAS, Gláucia., 1ed.Marseille: OpenEdition Press, 2016) . É co-organizadora, com Leandro Valiati, do Atlas Econômico da Cultura Brasileira (MINC/UFRGS, 2017), finalista do prêmio Jabuti em 2018.
/Professor
Cursos nas áreas de artes visuais, audiovisual, dança, design, empreendedorismo, literatura e bem-estar, promovidos por profissionais renomados.
Miguel Machalski nasceu na Argentina, reside atualmente na França e trabalha no âmbito do cinema internacional como roteirista, consultor e tutor. Em sua trajetória, assinou ou coassinou mais de 20 roteiros de filmes em gêneros variados e atualmente ministra cerca de 10 master classes e workshops anuais, além de assessorar projetos provenientes de várias regiões, como Europa, Ásia, África, Oriente Médio e América Latina.
Atuou como analista de roteiro para filmes como Billy Elliot (Stephen Daldry), Femme Fatale (Brian de Palma), The Interpreter (Sydney Pollack), Saraband (Ingmar Bergman), Mar Adentro (Alejandro Amenábar) e Million Dollar Baby (Clint Eastwood). No Brasil, foi consultor de roteiros para filmes como O Lobo Atrás da Porta (Fernando Coimbra), Divinas Divas (Leandra Leal), Joaquim (Marcelo Gomes), Pendular (Júlia Murat), Deslembro (Flávia Castro), Jean Charles (Henrique Goldman), Benzinho (Gustavo Pizzi), O Roubo da Taça (Caito Ortiz), Me Chama de Bruna (série de TV), e Amores de Chumbo (Tuca Siqueira), entre outros.
Publicou três livros sobre escrita audiovisual: El guion cinematográfico: un viaje azaroso, El punto G del guión cinematográfico, e ScreenTelling (em inglês). O primeiro título foi também publicado em português no Brasil.
Felipe Martinez é doutor em história da arte pela Unicamp. Defendeu mestrado sobre as obras de Van Gogh no acervo do MASP, onde também trabalhou como pesquisador. Atua como professor nos principais museus espaços culturais de São Paulo, como o MAM, a Escrevedeira, a Casa do Saber, e o MASP. É professor convidado do curso de Museologia e Formação Cultural da PUC de São Paulo, participou de publicações acadêmicas sobre o impressionismo e o pós-impressionismo e colabora com a revista seLecT. Realizou estágio doutoral no Nederlands Instituut voor Kunstgeschiedenis (RKD), em Haia, e foi pesquisador visitante do Museu Van Gogh, em Amsterdã.
Luisa Duarte é crítica de arte e curadora independente. Mestre em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica- PUC-SP (2011). Doutora em teoria da arte pela UERJ (2019). Foi por nove anos crítica de arte do jornal O Globo (2009/2017). Foi por cinco anos membro do Conselho Consultivo do MAM-SP (2009-2013). Curadora do programa Rumos Artes Visuais, Instituto Itaú Cultural (2005/ 2006). Coordenadora geral do ciclo de conferências "A Bienal de São Paulo e o Meio Artístico Brasileiro - Memória e Projeção", plataforma de debates da 28a Bienal Internacional de São Paulo, 2008. Foi curadora de quatro edições do Red Bull House of Art, projeto de residências artísticas e mostras no centro de São Paulo voltado para artistas em começo de trajetória, 2009/2010. Curadora da exposição coletiva “Um outro lugar”,MAM-SP, 2011. Curadora da sessão “Solo Projects”, da ARCO Madrid, 2011. Integrou a equipe de curadoria de Hans Ulrich Obrist para a mostra “The Insides are on the Outside”, Casa de Vidro de Lina Bo Bardi, São Paulo, 2013. Organizadora, em dupla com Adriano Pedrosa, do livro “ABC – Arte Brasileira Contemporânea”, Cosac & Naify, 2014. Curadora do Seminário internacional "Biblioteca Walter Benjamin", no Museu de Arte do Rio de Janeiro, MAR, 2015. Curadora da exposição coletiva “Quarta-feira de Cinzas”, dentro do Programa Curador Residente, concebido por Lisette Lagnado, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, 2015. Curadora, em dupla com Evandro Salles, da exposição "Tunga - o rigor da distração", no Museu de Arte do Rio de Janeiro, MAR, 2018. Curadora da exposição “Caminho da Pedra”, de Matheus Rocha Pitta, Espaço Cultural do BNDES, Rio de Janeiro, 2018. Organizadora do livro “Arte Censura Liberdade – Reflexões à luz do presente”, Editora Cobogó, 2018. Curadora da exposição “Adriana Varejão – por uma retórica canibal”, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador e Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife, 2019. Em 2019 foi curadora, ao lado de Solange Farkas, Miguel Lopez e Gabriel Bogossian da “21 Bienal Sesc Vídeo Brasil – Comunidades Imaginadas”, sendo responsável também pela curadoria dos Programas Públicos desta edição, Sesc 24 de Maio, São Paulo.
Danilo Oliveira é artista, professor e pesquisador, bacharel e mestre em artes visuais pelo Instituto de Artes da UNESP. Há mais de 10 anos ministra cursos livres de história da arte e práticas artísticas em instituições públicas e privadas. Nos últimos anos participou de residências e exposições em países como Argentina, Uruguai, Colômbia, Alemanha, Barbados e Japão.
Julia Romeu trabalha como tradutora literária há mais de quinze anos e já traduziu obras de Jane Austen, Louisa May Alcott, Rudyard Kipling e Chimamanda Adichie, entre muitos outros autores. Suas traduções fazem parte do catálogo de editoras como Companhia das Letras, Record, Zahar e Cosac Naify. Atualmente, trabalha num livro intitulado O feminismo em Jane Austen que sairá pela Bazar do Tempo no primeiro semestre de 2021. Também é autora de teatro e de uma biografia infantil de Carmen Miranda, Carmen: A Grande Pequena Notável, escrita em parceria com Heloisa Seixas e publicada pela Pequena Zahar. É bacharel em Jornalismo pela PUC-Rio e mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ.
Mylena Mandolesi é formada em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo, há mais de 23 anos trabalha como produtora executiva e diretora de produção em projetos audiovisuais, eventos, fotografia e internet tanto para publicidade (Procter &Gamble, Microsoft, Coca-Cola, Magazine Luiza, Dove, Vodka Absolut) como para projetos culturais e de conteúdo (série ficção Insustentáveis, longas doc Ventos que Sopram Pará e Maranhão, Série doc Consciência ao Cubo, Karaokê na Praça). Acredita que a produção precisa ser criativa e andar junto com as ideias e roteiros e uma planilha excel é praticamente uma obra de arte. Há 03 anos criou o coletivo de produção executiva c/as4atro e desde então vem prestando consultoria para projetos audiovisuais no Brasil todo, além de ministrar aulas de direção de produção e design de audiência.
Amara Moira é travesti, feminista, doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp (com tese sobre as indeterminações de sentido no Ulysses de James Joyce) e autora do livro autobiográfico E se eu fosse puta (hoo editora, 2016) e do capítulo "Destino Amargo" no livro Vidas trans – A coragem de existir (Astral Cultural, 2017). Ela publicou, além disso, artigos sobre literatura e personagens trans na literatura, assim como ensaios de crítica literária feminista.
Duca Rachid se formou em Jornalismo e estreou na carreira de roteirista em Portugal, com programas infantis “A Pandilha do Tomé” e “Zás-Trás”. Em seguida escreveu a sitcom “Cúpido Eletrônico”, uma co-produção entre a televisão portuguesa e a extinta TV Manchete e a minisérie “o Grande Irã”, gravada na Guiné-Bissau. Seu trabalho como novelista iniciou-se com “A Banqueira do Povo”, pelas mãos do diretor Walter Avancini. Com o diretor e o autor Walter Dürst, Duca trabalhou em “Tocaia Grande”, na extinta TV Manchete, e “Ossos do Barão”, no SBT. Foi nessa última que conheceu Walcyr Carrasco, de quem se tornou colaboradora em ‘O Cravo e a Rosa’ (2000) e ‘A Padroeira’ (2001), ambas na TV Globo. Em 2005, junto com Alessandro Marson e Júlio Fischer, escreveu o ‘Sítio do Picapau Amarelo’, no formato de novelinha para a família. Em 2006, inicia uma parceira com Thelma Guedes, com quem escreveu o remake da novela “O Profeta”. Em 2009 estreia “Cama de Gato”, primeira novela com argumento original da dupla, premiada com o Banff. A parceria segue em 2011, com “Cordel Encantado” e “Joia Rara”, em 2013. Em 2014 supervisiona a minisérie “Ligações Perigosas”, de Manuela Dias, baseada no livro de mesmo nome de Chordelos de Laclos e em 2019 escreve, ainda em parceria com Thelma Guedes, “Órfãos da Terra”, ganhadora do Rose D’or nesse mesmo ano.
Thelma Guedes é mestre em Literatura Brasileira pela USP. Dramaturga, autora de livros de contos, poesias e ensaios, iniciou sua carreira de roteirista, em 1997, na TV Globo, onde escreveu para programas infantis, colaborou em telenovelas, até se tornar autora de telenovelas. Com parceria de Duca Rachid, escreveu “O Profeta” (remake da obra de Ivani Ribeiro, de 2006-2007); “Cama de Gato” (2009-2010); “Cordel Encantado” (2011); “Joia Rara”(2013-2014) e “Órfãos da Terra” (2019). A novela “Joia Rara” ganhou o Emmy Internacional em 2014. A novela “Órfãos da Terra” foi premiada com o Rose d’Or Award em 2019.
Ruy Castro começou em 1967 como jornalista - “Correio da Manhã”, “Manchete”, “O Pasquim”, “Jornal do Brasil”, TV Globo, “IstoÉ”, “Playboy”, “Veja”, “O Estado de S. Paulo” e, várias vezes, “Folha de S. Paulo” -, antes de passar em 1989 a trabalhar também com livros, dos quais tem mais de 40 publicados.
Jorge Furtado é um cineasta brasileiro com extenso trabalho na televisão e no cinema, sendo um dos mais importantes e premiados roteiristas e diretores do país. Dirigiu e escreveu roteiros de grandes filmes do cinema nacional como “Ilha das Flores”, “O Homem Que Copiava”, “Lisbela e o Prisioneiro”, “Meu Tio Matou um Cara”, “Saneamento Básico” e “Rasga Coração”. Também escreveu roteiros e dirigiu muitas séries, minisséries e especiais para a televisão, entre elas “Agosto”, “Memorial de Maria Moura”, “Comédias da Vida Privada”, “A Invenção do Brasil”, “Cidade dos Homens”, “Ó Paí Ó”, “Cena Aberta”, “Decamerão”, “Doce de Mãe”, “Mister Brau”, “Houve uma Vez Dois Verões”, “Sob Pressão”, “Todas as mulheres do mundo” e “Amor e Sorte”.
